Roncero lembra o dia em que Ronaldo partiu a cara pelo Real Madrid

No programa El Chiringuito, Tomas Roncero reagiu uma vez mais à saída de Cristiano Ronaldo do Real Madrid. Equipado com uma camisola personalizada de Ronaldo, o jornalista espanhol manifestou o orgulho dos nove anos do internacional português nos merengues e recordou momentos mágicos como aquele pontapé de bicicleta diante da Juventus.

Roncero recordou também o momento em que Ronaldo saiu a sangrar abundantemente no jogo com o Levante, em 2013, após levar uma cotovelada violenta de David Navarro. Nas suas palavras, o craque português, apesar da comoção cerebral, estava disposto a voltar ao campo e dar tudo pelo clube. É nisto que o jornalista considera que Ronaldo é diferente nos demais.

Recorde o momento no vídeo abaixo.

Primeiro um sentimento de orgulho porque o melhor jogador de futebol dos últimos 30 anos jogou no Real Madrid. Há que pensar no que o Real Madrid desfrutou.

Nove anos de esplendor da carreira de Cristiano e, ele escreveu isso na sua carta, foi com a camisola do Real Madrid no Santiago Bernabeu. A quente nós madridistas estamos um pouco chateados…

Por isso tenho na camisola o pontapé de bicicleta de Turim, porque esse talvez tenha sido o Evereste de Cristiano. Com 33 anos levantou o céu de Turim e mandou um pontapé de bicicleta histórico que deu a volta ao mundo. Esse é o Cristiano Ronaldo. Um tipo que até ao final deixou a alma pelo Real Madrid, que partiu a cara pelo Real Madrid.

Lembro-me da foto do dia do jogo com o Levante, quando vai à bola com David Navarro e boom partem-lhe literalmente a cara. Não só não se atira ao chão, não chega ao pé do árbitro a pedir que expulse o adversário, não chora.

Pelo contrário com toda a dor e com a cara partida com um choque, que os médicos disseram que tinha uma comoção cerebral, aguenta a dor até ao intervalo. Não podia ficar em campo.

Mas ele aí demonstrou o que era para o Real Madrid. Era no campo do Levante e não no do Bayern ou numa final de Liga dos Campeões, ou um Barcelona-Real Madrid no Camp Nou. Cristiano Ronaldo era isto.

Por isso é que os madridistas aprenderam a amar Cristiano Ronaldo. Ele não escolhia os cenários. Escolhia que cada momento em que defendesse o símbolo do Real Madrid fosse muito importante, porque poderia ser o último. Cada jogo ele sabia que poderia ser o último e assim foi a final da Champions.

Estes nove anos, guardo-os numa caixa forte e estarão nos corações de todos os madridistas. Estes nove anos são o nosso tesouro. Se abres o tesouro começam a sair as Ligas dos Campeões, as Bolas de Ouro, as Botas de Ouro. O Cristiano é isso”, afirmou.

Veja o vídeo abaixo.

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