Bruno de Carvalho culpa os jogadores pela invasão a Alcochete

Bruno de Carvalho deu uma conferência de imprensa onde abordou um pouco da atualidade do Sporting. O presidente leonino começou por atacar Álvaro Sobrinho e José Maria Ricciardi, considerando este último como o principal responsável da divisão interna do Conselho Leonino.

Ricciardi é um sobreviente. Vai passando pelos pingos da chuva nem que tenha a familia toda na cadeia. Quis, com toda a força, assessorar o negócio do empréstimo obrigacionista com o Montepio. Foi por nós estudada a proposta e recusada. A partir daí o Ricciardi entrou numa estala e num ‘loop’ tremendo de uma campanha vergonhosa. No dia em que lhe foi dito não a um negócio, entrou num ‘loop’ completo e começou a juntar as suas tropas. São tantos que ele consegue atrair pela perceção de poder que ele tem. Conseguem ter-lhe medo, estamos num clima de terror, nós, direção e administração. (…) Ricciardi é homem de muitas promessas. Quando se renovou com Jorge Jesus ele prometeu 15 milhões ao Sporting para fazer face ao incremento no contrato de Jesus. Estamos à espera até hoje. Ele jurou, ‘avancemos sem medo’. ‘Juro, sempre cuidarei do Sporting’. Falhou e tivemos de ser nós, direção a daministaração, a trabalhar e a resolver mais esse problema dentro do Sporting”, afirmou.

Posteriormente Bruno de Carvalho passou a bola aos jogadores, considerando que foi a partir deles que começou a invasão à Academia de Alcochete.

Fala-se muito das rescisões possíveis dos jogadores, criou-se uma campanha de pânico para que fossemos varridos do Sporting. Os nossos jogadores são muito profissionais. Por vezes, nos jogos, não dão tudo o que podem, mas isso acontece um pouco a todos nós na vida, mas pedir rescisão por um ato que começa numa rixa que os jogadores não perceberam o impacto, a dimensão, mas que pelos vistos o teve. Começa nos jogadores. [Na passada segunda-feira] Especificamente fui perguntar a um atleta do Sporting se ele tinha noção do que era virar-se a um líder de uma claque. Ele respondeu-me que tinha o sangue quente e eu disse que todos nós temos de ter cuidado. Fui falar com outro e perguntei, ele disse que só foi ajudar”, referiu.

 

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