Dirigente da LPFP demitida após divulgação de documentos confidenciais

Segundo adianta o diário desportivo A Bola, Andreia Couto, dirigente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) desde 2002, recebeu uma “sanção de despedimento com justa causa, sem direito a indemnização ou compensação“.

De acordo com a mesma publicação, Pedro Proença, presidente da LPFP, avançou com esta decisão, devido a o facto de a dirigente “ter desrespeitado o presidente da Liga numa sessão de formação“, “ter falsificado as declarações de amamentação do seu filho mais novo“, “ter copiado determinados documentos para uma pen” e “ter tido acesso a arquivos digitais da Liga para os quais não estava devidamente autorizada“.

O último ponto é sem dúvida o mais grave, com a Liga a acusar a irmã do ex-FC Porto Fernando Couto de aceder a “contratos celebrados entre a Liga e diversos parceiros” e outras “informações confidenciais”, assim como de os ter divulgado “nos dias 2 e 3 de agosto no blogue oarquivosecretodaliga”.

Andreia Couto nega as acusações e considera que o quadro estatutário da Liga Portuguesa de Futebol Profissional não tem legitimidade para lhe aplicar o despedimento por justa causa. A ex-diretora nega ter faltado ao respeito a Proença e que nunca acedeu a documentos para os quais não estava habilitada a aceder.

Andreia Couto admite apenas te copiado determinados documentos, mas apenas por se tratar da sua “forma de trabalhar, a fim de poder responder com a prontidão exigida perante qualquer solicitação da LPFP.”

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