E-Toupeira: Benfica e Paulo Gonçalves acusados de oito crimes

A SAD do Benfica e o antigo assessor jurídico dos encarnados, Paulo Gonçalves, são acusados pelo Ministério Público de oito crimes. Em causa estão os crimes de corrupção, favorecimento pessoal, violação do segredo de justiça e peculato.

A acusação foi deduzida contra quatro arguidos: dois funcionários judiciais (um deles observador de arbitragem), um colaborador de sociedade anónima desportiva e uma pessoa coletiva (sociedade anónima desportiva)“, adianta a Procuradoria Geral Distrital de Lisboa.

Numa nota publicada esta segunda-feira no site da Procuradoria Geral Distrital de Lisboa, o Ministério Público diz ainda ter indícios suficientes que os dois funcionários judiciais, que também foram constituídos arguidos, acederam a processos-crimes pendentes no DIAP de Lisboa e do Porto e em outros tribunais, transmitindo as informações relevantes a Paulo Gonçalves, “fazendo-o de acordo com a solicitação do mesmo” e em benefício da SAD do Benfica.

Um dos arguidos mantém-se em prisão preventiva, esclarece a PGDL. Em 27 de agosto, a Procuradoria-Geral da República confirmou à Lusa ter constituído a SAD do Benfica como arguida no processo “e-toupeira”.

No mesmo dia, o clube considerou esta decisão “ilegal e inconstitucional”, anunciando a sua impugnação.

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