FC Porto volta a criticar o P. Ferreira e fez as contas ao tempo de desconto

À semelhança de Sérgio Conceição, o FC Porto deixou duras críticas ao anti-jogo do P. Ferreira, na partida de ontem. Os dragões fizeram as contas e afirmam que houve apenas dois minutos e 33 segundos de tempo útil no tempo de desconto, nos sete minutos concedidos por Bruno Paixão.

Numa coisa vagamente parecida com um jogo de futebol (só porque havia 22 jogadores em campo, árbitros, bola, balizas, etc.), o FC Porto perdeu ontem por 1-0 em Paços de Ferreira e, à 35.ª partida, viu quebrada a invencibilidade em competições nacionais que se registava desde o arranque da temporada.

A liderança isolada da Liga, contudo, mantém-se: são agora dois os pontos de vantagem sobre o segundo classificado, que é o Benfica.

Constantes paragens, bolas que demoravam a aparecer, lesões simuladas, reposições lentíssimas.

O (só por si escasso) tempo de compensação da segunda parte é um bom exemplo do que se passou em toda a partida: nos sete minutos que deveria ter tido, a bola só esteve em jogo durante dois minutos e 33 segundos. É por tudo isto que é difícil dizer com rigor que ontem foi disputado um jogo de futebol em Paços de Ferreira.

Foi só construindo um cenário destes – associado a responsabilidades próprias que ninguém na equipa escamoteou – que, em Portugal, se conseguiu bater o FC Porto nesta temporada“, pode ler-se na newsletter Dragões Diário.

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