Gala dos Dragões de Ouro

Ontem foi noite da gala dos Dragões de Ouro, que distingue os atletas, sócios, treinadores e dirigentes do universo portista. No que ao futebol diz respeito, destaque para Hector Herrera que foi distinguido como o futebolista do ano. Apesar do orgulho pelo prémio conquistado, o mexicano reconhece que esperava mais minutos de jogo esta época.

“O meu início de época não foi o melhor. Esperava jogar mais desde o início da temporada, mas estou tranquilo. Espero estar melhor para ajudar quando a equipa precisar de mim”, referiu preferindo depois apontar para os objetivos coletivos: “Todos temos de nos concentrar no mais importante, que é a Liga. Nada mais me encantaria do que participar na conquista de um título nesta instituição”, referiu.

De resto Pinto da Costa fez questão de dedicar umas palavras ao médio mexicano.

“O exemplo que é dentro do campo, pela abnegação e talento sempre que veste a camisola de FC Porto ou México e a igual importância quando vai para o banco ou nem sequer é convocado. É aí que se veem os grandes atletas. Nessas condições, mostra sempre que é um verdadeiro dragão de ouro”, elogiou.

Jackson Martinez, agora no Atlético de Madrid, venceu o Dragão de Ouro relativo ao atleta do ano. O jogador fez questão de enviar um vídeo para agradecer a distinção.

“Quero agradecer ao FC Porto por este Dragão de Ouro, fico muito contente por o receber, e por estes três anos que passei no clube, que foram maravilhosos, de grande aprendizagem e que me ajudaram a amadurecer. Lembrar-me-ei sempre com saudade do FC Porto, porque foi como a minha casa”, afirmou em vídeo.

Pinto da Costa promete não esquecer os ídolos que fizeram do clube aquilo que é hoje em dia, recordando algumas glórias do passado e jogadores que passaram recentemente pelo clube azul e branco como Jackson Martinez.

“Que sirva de exemplo. Não só pela sua carreira, mas sobretudo porque o FC Porto não esquece os seus ídolos, mesmo que venham de muito longe. Nunca esqueceremos Jackson, Madjer, Danilo, James, Deco ou todos aqueles que, num clube universal que não conhece a palavra estrangeiro, guarda para si e reconhece para sempre os atletas que vestiram e honraram a nossa camisola”, concluiu.

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